Teresina (PI) - O secretário geral adjunto da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Piauí, Antomar Gonçalves, e a Comissão de Defesa das Prerrogativas do Advogado reuniram-se na tarde dessa quinta-feira (02) com o delegado Luciano Alcântara, coordenador da Central de Flagrantes de Teresina, atendendo solicitação da Instituição.
Na ocasião, o delegado Luciano Alcântara apresentou algumas sugestões para a melhoria do contato entre o advogado e seu constituinte, como a apresentação da carteira de advogado e assinatura de livro para acesso ao preso; que o profissional diga o nome da pessoa que pretende atender; uso de celular apenas até o local da triagem, onde o advogado deverá deixá-lo em uma gaveta com chave; uso de crachá de identificação pelos policiais, advogados e visitantes; e informar em local visível o quadro de plantão dos delegados da Central.
O presidente da Comissão, Antônio Sarmento Araújo, juntamente com os demais advogados presentes, aprovou as sugestões do coordenador. Segundo ele, a intenção é organizar a Central de Flagrantes, em harmonia com a OAB-PI. “O que deve prevalecer é o bom senso, a urbanidade e a boa convivência. É necessário que os policiais compreendam que as prerrogativas não são privilégios, mas direitos garantidos por lei aos advogados”, comentou.
De acordo com Antomar Gonçalves, o objetivo da OAB-PI é melhorar o relacionamento da advocacia com as forças de segurança pública, a fim de que as prerrogativas profissionais dos advogados sejam resguardadas. “A OAB é da cidadania. Tem obrigação com os advogados, mas também com a sociedade. Queremos proteger o trabalho digno dos advogados. Para isso, estamos à disposição de todo o aparato policial para contribuir, ao tempo em que repudiamos qualquer violação às prerrogativas”, frisou o diretor.
Também estiveram presentes o vice-presidente da Comissão, Luiz Cordeiro, e os membros Emannuel Lima, Aurilene Barbosa, Carlos Brasil, Luiz Alberto Junior e Abelardo Neto.
Pela Assessoria de Imprensa da OAB-PI